Rita Andrew

A Rita é contestatária, e adora fazer-se perguntas.

É mulher, mãe, casada, dona de um cão e imigrante nos Países Baixos há quase uma vida.

Nasceu a 10 de Julho de 1974, em Lisboa. Foi para letras e seguiu direito. Exerceu advocacia até há alguns anos atrás, quando decidiu que era o momento de se dedicar a explorar outros mundos.

Embora escreva desde que se lembra, a escrita não foi uma escolha óbvia, foi um caminho que começou a percorrer quase sem dar por isso.

Gosta de provocar, e de pensar e discutir assuntos que sente não podem ficar por falar - é sobre estes que escreve. Acompanha avidamente as notícias do mundo e tenta perceber o que a rodeia. Tem mil interesses e adora fazer muitas coisas, mas o que mais gosta de fazer é de pensar - em pequenas e grandes coisas.

Em 2025 decide arriscar e aventurar-se no universo da edição de livros, pela teimosia de acreditar que se podem, e devem, editar livros com base na colaboração entre todos os participantes, onde todos colaboram baseados em inter ajuda, honestidade e transparência.

Em 2025 é também o ano em que se aventura a escrever para crianças. Porque quer contar-lhes histórias que enquadrem temas que lhe dizem muito e pensa serem essenciais ser explicados aos mais pequenos - liberdade, democracia, capitalismo, populismo, empatia, medo, sustentabilidade, para mencionar alguns. Mas, acredita, estes temas podem, e são, para ser falados com graça e sem moralismos.

Tudo que escreve tem subjacente a sua preocupação em transmitir aquilo que foi aprendendo ao longo da vida (sejam palavras ou factos do mundo natural) e com preservar e divulgar relíquias da língua em que escreve, ao mesmo tempo em que explora os seus limites, numa tentativa de manter despertas as frases que constrói.

“O homem que queria ser árvore” é o seu primeiro livro, e sonha já em publicar muitos mais.

Andreia Melo

A Andreia é artista visual e ilustradora.

Nasceu a 10 de julho de 1975, no Porto. É mãe de um filho e tutora de um cão.

A natureza é a sua base de inspiração, e a linguagem através da qual escolhe comunicar com o universo, num diálogo constante entre arte, realidade e imaginação.

O que a move é poder trazer ao público, com as suas ilustrações, uma versão encantada do mundo natural, através da qual a natureza e a biodiversidade se revelem. Na visão da Andreia, este contacto, por meio da arte e da ilustração, vai permitir que a ligação entre as pessoas e o mundo natural se estreite e intensifique, e que dessa conexão nasça conhecimento, respeito e protecção.

Esta visão, que se foi formando em paralelo com o seu desenvolvimento pessoal, emerge agora revigorada, a par com a força para revelar ao mundo as suas criações e pela busca daquele que é o seu lugar como artista, junto daqueles que partilham o mesmo gosto pela arte, pela natureza e pelo que é belo.

O seu estilo — realista com um toque de fantasia — mostra-nos o mundo real que, através da sua interpretação pessoal, se torna mágico e carregado de emoção. Trabalha com aguarela e guache, que crê serem técnicas que celebram o detalhe, a beleza e a imprevisibilidade da natureza, o que lhe permite criar narrativas visuais que despertam a atenção, a curiosidade e a empatia.

Tem um primeiro livro infantil publicado, “Poliniza e o Jardim Mágico", que aborda o tema da polinização, e está neste momento no processo de ilustração do seu segundo livro, “O homem que queria ser árvore", da editora Mandrak Books.

Para além de outros trabalhos de desenho e ilustração, ocupa-se ainda com o desenvolvimento e promoção da “Niutrik”, a sua marca de acessórios para animais de estimação, desenhada e ilustrada por si.

Tudo o que faz profissionalmente conta sempre com a natureza como cenário, mas com um toque de fantasia e ecos da sua vivência pessoal.

Podem encontrar a Andreia em https://andreiamelo.pt